terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
JAN AKKERMAN - Puccini's Cafe (1993)
Finalzinho dos anos 70 deparei-me com o som do grupo holandês Focus. A história de um disco é um diálogo eterno com o dia e hora em que você se sente absolutamente à vontade em companhia do achado musical. Numa promoção de vendas de discos, amontoados numa mesa da loja, na Rua Barroso, aqui em Teresina, encontrei o fascinante "At The Rainbow" - Live 1973". Levava para casa um ponto de interrogação. Girei o disco no Gradiente e logo ouvi aquela matéria sonora que caminhava no terreno progressivo do Yes, Emerson Lake & palmer, Pink Floyd. Os retratos do grupo Focus criaram suas imagens na música: Thijs Van Leer - vocal, teclado,flauta e erudição; Jan Akkerman - guitarra, não uma guitarra qualquer. Li um crítico dizer certa vez sobre a arte, enquanto ouvia o som do Focus, acompanhando o solo do guitarrista. "A obra de arte seria o resultado do encontro de uma matéria-prima, uma finalidade e uma técnica".
Jan Akkerman, em carreira solo, lançou o cd que mostro aqui, em 1993. Baixem e confiram. O cd original pode se comprar via internet.
Jan Akkerman, em carreira solo, lançou o cd que mostro aqui, em 1993. Baixem e confiram. O cd original pode se comprar via internet.
TRACKS: 01. Burger’s Blues 02. Your Eyes In The Whiskey 03. Spanish Roads 04. Key To The Highway 05. It Comes And Goes 06. Albatross 07. Blue Train 08. Love Is Uneven 09. Puccini’s Cafe
Download: blog zinhof
http://uploading.com/files/281cdf4b/JAPC93.rar/
http://www.zshare.net/download/8130750614479477/
http://hotfile.com/dl/74796398/a3ff0b4/JAPC93.rar.html
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Senha: zinhof
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Charge do Dia*
(*Charge: Lute. Postado no Blog do Lute e nos jornais Hoje em Dia e Caderno de Brasília em 03.10.2010)
**A tucanalha está em festa, e a sombra de FHC volta a assombrar o Brasil!
Que venha o segundo turno.
(f wilson)
domingo, 3 de outubro de 2010
Poesia de todo dia
(imagem - google)
Bandeira
Pra pintar minha bandeira
Separei lápis de cor
Mas acabei usando
O lápis incolor
A devastação apagou o verde
A corrupção levou o amarelo
A desesperança tirou o azul
A violência anulou o branco
O analfabetismo ocultou as palavras
A incredulidade desfez as estrelas
Minha bandeira não tem cor
Separei lápis de cor
Mas acabei usando
O lápis incolor
A devastação apagou o verde
A corrupção levou o amarelo
A desesperança tirou o azul
A violência anulou o branco
O analfabetismo ocultou as palavras
A incredulidade desfez as estrelas
Minha bandeira não tem cor
JUMARA
SOZINHA
Não me enjôo do teu gosto e do teu cheiro
Não me canso de escutar a tua voz
Não desisto de querer-te por inteiro
Nem de ter-te, todo em mim, forte e veloz
Se te ausentas, sinto sede de rever-te
Se te afastas, sinto ânsia de encontrar-te
De sentir em minha boca o teu sorvete
E tua língua me lambendo em toda parte
Mas tua imagem, impregnada em minha retina,
Não permite que te esqueça um só segundo
Levo, então, meus dedos ágeis à vagina:
Imagino este prazer louco e profundo
Do cravar dos dentes teus em minha teta
E o teu pau a penetrar minha boceta!
Deamaris Regina D’Ambrosia
Não me enjôo do teu gosto e do teu cheiro
Não me canso de escutar a tua voz
Não desisto de querer-te por inteiro
Nem de ter-te, todo em mim, forte e veloz
Se te ausentas, sinto sede de rever-te
Se te afastas, sinto ânsia de encontrar-te
De sentir em minha boca o teu sorvete
E tua língua me lambendo em toda parte
Mas tua imagem, impregnada em minha retina,
Não permite que te esqueça um só segundo
Levo, então, meus dedos ágeis à vagina:
Imagino este prazer louco e profundo
Do cravar dos dentes teus em minha teta
E o teu pau a penetrar minha boceta!
Deamaris Regina D’Ambrosia
(imagem - google)
Uma é pouco
Duas é bom
Três mulheres é demais.
F Wilson
(imagem - google)
Piano
Dedos hábeis tocam
O útero da noite
Canto blues rasga
O lençol da noite
Dois dedos de sentimento
Articulam dó maior
Duas teclas do piano
Traduzem dor maior
Os acordes de guitarra
Tiro nas curvas do teu corpo
No triângulo acústico do teu ser
Dedilho os fios da canção
Podia ser Frédéric Chopin
Perseguindo esse blues
Ninguém mais, além de mim
Perseguindo teu amor.
Dedos hábeis tocam
O útero da noite
Canto blues rasga
O lençol da noite
Dois dedos de sentimento
Articulam dó maior
Duas teclas do piano
Traduzem dor maior
Os acordes de guitarra
Tiro nas curvas do teu corpo
No triângulo acústico do teu ser
Dedilho os fios da canção
Podia ser Frédéric Chopin
Perseguindo esse blues
Ninguém mais, além de mim
Perseguindo teu amor.
f wilson
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