sábado, 27 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Latim da sacanagem
(foto antiga em praia naturalista, sem autoria)
O amigo Raimundo da Costa Machado me enviou outra "saliência". Outro texto que anda veiculando por aí: em burocracias governamentais, em evasões trabalhistas, em clínicas de aposentadorias... Texto sem autoria, pois autores de sacanagens não respondem por seus escrúpulos.
Então, como é final de ano, (Ô, Machado, não problematize a palavra "ano"), é tempo mesmo de descontração, vale a postagem:
Sexo com cultura... é outra coisa...
Você sabia que antigamente na Inglaterra as pessoas que não fossem da família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?
Sexo com cultura... é outra coisa...
Você sabia que antigamente na Inglaterra as pessoas que não fossem da família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?
Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes, uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase 'Fornication Under Consent of the King' (fornicação sob consentimento do rei) = sigla F.U.C.K. - daí a origem da palavra chula: FUCK.
Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:. 'Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo' = sigla F.O.D.A. - daí a origem da palavra FODA.
Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase: 'Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Autoinduzida = sigla P.U.N.H.E.T.A.
Vivendo e aprendendo...
A gente pode até falar palavrão, mas com conhecimento e cultura!!!!!!
Dois cds para o Natal
B B King - A Christmas Celebration of Hope
[01]. Please Come Home For Christmas
[02]. Lonesome Christmas
[03]. Back Door Santa
[04]. Christmas In Heaven
[05]. I'll Be Home For Christmas
[06]. To Someone That I Love
[07]. Christmas Celebration
[08]. Merry Christmas Baby
[09]. Christmas Love
[10]. Blue Decorations
[11]. Christmas Comes But Once A Year
[12]. Bringing In A Brand New Year
[13]. Auld Lang Syne
Postagem veiculada em 15.11.2010 no blog: we love music
Link para download:
http://www.flameupload.com/files/0UCCZUQA/BBK.XmasCelebrationOfHope.zip
[01]. Please Come Home For Christmas
[02]. Lonesome Christmas
[03]. Back Door Santa
[04]. Christmas In Heaven
[05]. I'll Be Home For Christmas
[06]. To Someone That I Love
[07]. Christmas Celebration
[08]. Merry Christmas Baby
[09]. Christmas Love
[10]. Blue Decorations
[11]. Christmas Comes But Once A Year
[12]. Bringing In A Brand New Year
[13]. Auld Lang Syne
Postagem veiculada em 15.11.2010 no blog: we love music
Link para download:
http://www.flameupload.com/files/0UCCZUQA/BBK.XmasCelebrationOfHope.zip
Natal Bem Brasileiro
[01]. Boas festas - Maria Bethânia
[02]. Cartão de Natal - Elba Ramalho
[03]. Ó de casa - Flávio Venturini
[04]. Natal das crianças - Jane Duboc
[05]. Feliz Natal, Papai Noel - Zezé Motta
[06]. Véspera de Natal - Marcos Sacramento
[07]. E nasceu Jesus - Maria Alcina
[08]. O velhinho - Dominguinhos
[09]. Recadinho de Papai Noel - Wanderléia
[10]. Meu Menino Jesus - Célia
[11]. Feliz Natal - Miúcha
[12]. Natal - Leila Pinheiro & Francis Hime
[13]. Velho Amigo - Olívia Hime
[14]. Poema de Natal - Vinícius de Moraes & Toquinho
Postagem veiculada em 09.11.2010 no blog: sapo download
Link para download:
http://download.vipdownload.com.br/megaupload/um-natal-bem-brasileiro.html#
(obs: espere 30 segundos e clique em baixar)
* Estes cds podem ser comprados pela internet. Acesse: amazon.com
sábado, 20 de novembro de 2010
Na sala de aula
(foto sem credibilidade nenhuma)
Para Anchieta Fernandes, meu irmão, que me contou essa história.
Cueca de bolinhas
Era um professor severo, sábio. Quanto a isso nenhum aluno questionava. Talvez a eficiência no seu processo didático se desse além da objetividade: na ausência de lirismo e até mesmo na sua desmaterialização pessoal.
Mas o modismo impõe aos tempos certas normas estilísticas exteriores ao indivíduo. E a mídia avisa infernalmente: ou você me acompanha ou é criticado, passa o vexame dos diabos. Até mesmo a sua mulher, ou namorada, evitam sair com você.
E o cidadão que ignora a mídia, não consegue seu lugar nessa sociedade de rimas banalizadas pela moda do corte da tesoura? (Quando adolescente eu usava ridículas calças boca-de-sino e sapatos cavalo-de-pau).
Então o cidadão que se descuida da criação de acessórios fundamentais para se vestir no mundo de hoje é penalizado. Ele, crente em sua sinceridade de ordem interior, pessoal, se vestindo à jurisprudência social, acaba sendo sacaneado pela ditadura da roupa que não mais tolera o sujeito vestir cueca de bolinhas?
Aconteceu com o professor Jurismar. Alunos do pré-vestibular ainda bocejavam na sala quando o professor entrou. A porta de entrada era pelos fundos da sala. E logo as garotas acompanharam maliciosamente o andar de bolinhas vermelhas do professor Jurismar. Nenhum sinal de atrevimento aconteceu enquanto ele fazia os procedimentos de rotina. Chamada dos alunos, novidades da matéria ( Física ), número de concorrentes no vestibular etc - sentado à mesa, frente para os alunos que respondiam o “presente” gaguejando o sorriso de vingança tão esperado por eles, alunos.
Fatal a intenção maldosa. Bolas vermelhas se transformaram em sangue no rosto do professor que se voltou e encarou a turma, silenciada abruptamente. A vida de professor em sala de aula é um lado de composição - no quadro; outro de consonância - frente aos alunos. Mas em dia de bolinhas ninguém escuta música, nessa festa até Deus e o diabo fazem tim-tim. Refiro-me aos bons alunos e outros aloprados.
A desforra dos alunos feita entre-costas do professor, o barulho desses jovens, as convulsões de evadir o recinto pelo professor é tudo que aparenta o inferno. Se a revolução tem dois começos, não se vence de um golpe só. Jurismar apelou à direção. Ao deslumbramento do vencedor, segue sempre a humilhação, de quem tem o total apoio da autoridade.
O diretor Evandro adentrou a sala com a cara da ordem mais velha ou mais sacra do mundo. Antes mesmo de chegar ao estrado,junto ao quadro, onde Jurismar o esperava, Jesus Cristo, um aluno, interrompeu a caminhada do diretor.
— Diretor, por favor, sente-se entre nós e assista um pouco da missão do nosso professor Jurismar.
Cueca de bolinhas
Era um professor severo, sábio. Quanto a isso nenhum aluno questionava. Talvez a eficiência no seu processo didático se desse além da objetividade: na ausência de lirismo e até mesmo na sua desmaterialização pessoal.
Mas o modismo impõe aos tempos certas normas estilísticas exteriores ao indivíduo. E a mídia avisa infernalmente: ou você me acompanha ou é criticado, passa o vexame dos diabos. Até mesmo a sua mulher, ou namorada, evitam sair com você.
E o cidadão que ignora a mídia, não consegue seu lugar nessa sociedade de rimas banalizadas pela moda do corte da tesoura? (Quando adolescente eu usava ridículas calças boca-de-sino e sapatos cavalo-de-pau).
Então o cidadão que se descuida da criação de acessórios fundamentais para se vestir no mundo de hoje é penalizado. Ele, crente em sua sinceridade de ordem interior, pessoal, se vestindo à jurisprudência social, acaba sendo sacaneado pela ditadura da roupa que não mais tolera o sujeito vestir cueca de bolinhas?
Aconteceu com o professor Jurismar. Alunos do pré-vestibular ainda bocejavam na sala quando o professor entrou. A porta de entrada era pelos fundos da sala. E logo as garotas acompanharam maliciosamente o andar de bolinhas vermelhas do professor Jurismar. Nenhum sinal de atrevimento aconteceu enquanto ele fazia os procedimentos de rotina. Chamada dos alunos, novidades da matéria ( Física ), número de concorrentes no vestibular etc - sentado à mesa, frente para os alunos que respondiam o “presente” gaguejando o sorriso de vingança tão esperado por eles, alunos.
Fatal a intenção maldosa. Bolas vermelhas se transformaram em sangue no rosto do professor que se voltou e encarou a turma, silenciada abruptamente. A vida de professor em sala de aula é um lado de composição - no quadro; outro de consonância - frente aos alunos. Mas em dia de bolinhas ninguém escuta música, nessa festa até Deus e o diabo fazem tim-tim. Refiro-me aos bons alunos e outros aloprados.
A desforra dos alunos feita entre-costas do professor, o barulho desses jovens, as convulsões de evadir o recinto pelo professor é tudo que aparenta o inferno. Se a revolução tem dois começos, não se vence de um golpe só. Jurismar apelou à direção. Ao deslumbramento do vencedor, segue sempre a humilhação, de quem tem o total apoio da autoridade.
O diretor Evandro adentrou a sala com a cara da ordem mais velha ou mais sacra do mundo. Antes mesmo de chegar ao estrado,junto ao quadro, onde Jurismar o esperava, Jesus Cristo, um aluno, interrompeu a caminhada do diretor.
— Diretor, por favor, sente-se entre nós e assista um pouco da missão do nosso professor Jurismar.
O diretor olhou o professor Jurismar que assentiu ao reclame de Jesus.
— Tudo bem, professor, faça sua aula, por favor, disse o diretor.
No giro do professor para rabiscar o quadro a gargalhada se derramou mais ainda com a presença da autoridade.
Apesar dos esforços do diretor para que o professor continuasse na escola, Jurismar pediu as contas.— Tudo bem, professor, faça sua aula, por favor, disse o diretor.
No giro do professor para rabiscar o quadro a gargalhada se derramou mais ainda com a presença da autoridade.
F Wilson
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)




